Os apelos de vários quadrantes e de várias personalidades para que a campanha política que começou em força seja cordata e para que os intervenientes evitem a crispação parecem não ter tido grande aceitação. Ainda ontem, as palavras de Sócrates em relação às últimas declarações de Passos Coelho mostram que a campanha vai seguir num tom violento e de assacar culpas, se necessário inventando intenções que não se podem concluir do discurso dos adversários políticos criticados.

A propósito, não percebi porque discursou Sócrates, numa acção de campanha no Porto, em frente de uma parede onde se lia "
José Sócrates -
defender Portugal construir o futuro" (Não tenho a certeza de que as letras pequeninas dissessem o que me pareceu; se interpretei mal, peço desculpa). Era uma acção do PS ou de José Sócrates? Será que Sócrates está a concorrer individualmente a algum cargo? Ou são já sintomas de culto da personalidade?
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