Já me tinham dado a notícia. Fiquei triste. Agora vejo a
confirmação no Quarta República. É com muita pena que recordo muitas visitas à Livraria Portugal, há mais de 50 anos com o meu pai, que sempre encontrava amigos e companheiros para conversar, depois só. De certo modo fico também triste porque me sinto também responsável. Dantes, sem automóvel e até antes do metro não me custava ir à Baixa dar uma volta pelas livrarias do Chiado. Há anos, com muito mais facilidades de deslocamento é raro ir lá. Confesso que frequento muito mais as Bertrands e as FNACS do que as velhas livrarias da Baixa. Outros farão como eu. Qualquer dia, com os livros electrónicos, muitas das que ainda conseguem manter-se não resistirão.
0 comentários:
Enviar um comentário