segunda-feira, 6 de junho de 2011

Adeus... sem saudades!

4 alegrias:

1) Termos finalmente conseguido correr com o Sr. Pinto de Sousa (o José, não o António);

2) O mesmo ter-se demitido do cargo de Secretário Geral do PS (talvez assim o PS volte a ter alguma credibilidade, o que será bom para a Democracia);

3) O povo português ter optado por uma maioria de centro-direita;

4) O Carlos Moedas ter sido eleito deputado num círculo difícil.

E agora, que os eleitos ponham rapidamente mãos ao trabalho, é o que esperamos.

sábado, 4 de junho de 2011

Dia de reflexão

Estou a reflectir!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

É preciso que se saiba

É preciso que se saiba:

«Maio 30, 2011

Os meios da campanha do PS

Filed under: Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:06

A extraordinária máquina de propaganda eleitoral do PS. Por Ricardo Santos Pinto.

Ao lado da extraordinária máquina de propaganda eleitoral do PS, todos os outros Partidos, incluindo o PSD, são quase amadores. Senão vejamos:
- 5 autocarros de 55 lugares em permanência
- 20 monovolumes em permanência
- um camião tir com palco, régie e ecrã gigante e 3 técnicos
- duas estruturas independentes com equipas de 10 elementos cada uma para montagem e desmontagem de palco, dotado de sistema de som profissional estilo concerto de média dimensão
- 3 bancadas (duas laterais e uma frontal) com capacidade total para 250 pessoas sentadas
- t-shirts, sacos de pano, canetas, calendários, chapéus, edição de 6 jornais de campanha, flyers de todo o tipo e feitio, múltiplos adereços para oferta, autocolantes, etc.
- mobilização constante de dezenas de autocarros – foram pelo menos 20 no comício da Afurada, 25 no de Braga (todos da Transdev) e um número incalculável no comício do Porto de ontem.
No meio disto tudo, expliquem-me por favor como é que o PS só prevê gastar 2 milhões de euros na presente campanha eleitoral.»

Obrigado pela informação, Ricardo santos Pinto. Obrigado 5 dias e Insurgente.

sábado, 28 de maio de 2011

Afinal havia outra versão

Numa nova versão do "Afinal havia outra", descobriu-se agora, embora eu não saiba bem quem descobriu, que há duas versões não coincidentes do Memorando de Entendimento assinado com o triunvirato (também prefiro a expressão "triunvirato", de raiz latina, a "troika", de origem russa). Verifico agora que eu próprio poderia ter descoberto as divergências comparando a versão inglesa que descarreguei através da ligação disponibilizada pelo Económico com a versão portuguesa divulgada pelo Ministério das Finanças. Nem precisava de saber inglês, bastando cotejar a tradução cedida pelo blog Aventar, num verdadeiro serviço público, com a do Ministério. As diferenças são muitas e não são meras questões de pormenor.

Ora o Ministério das Finanças teve o cuidado de avisar que "A presente versão em português corresponde a uma tradução do documento original e é da exclusiva responsabilidade do Governo português. Em caso de eventual divergência entre a versão inglesa e a portuguesa, prevalece a versão inglesa." Só não compreendo então como é possível que a versão inglesa, que prevalece, não tenha sido disponibilizada oficialmente para conhecimento dos cidadãos, nem sequer dos partidos envolvidos no entendimento. Por muito que Sócrates queira minimizar a questão, concordo com o professor Marcelo Rebelo de Sousa em que se trata de um verdadeiro escândalo.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Grande derrota dos socialistas espanhóis

Segundo a TVE noticiou há pouco, nas eleições autonómicas e municipais espanholas, o PP teve uma vitória superior ao que esperava e o PSOE teve uma derrota também maior do que temia. Será que pode em Portugal acontecer no próximo dia 5 algo semelhante?

sábado, 21 de maio de 2011

Debate

Não sei quem ganhou o debate de ontem, se Passos Coelho, se José Sócrates. Não sei porque francamente não acho que um debate seja um combate em que há forçosamente vencedores e vencidos. Mas não tenho dúvidas de que Passos Coelho esteve mais seguro de si e mais pertinente nos seus argumentos.

Mas não vou na onda que ouvi repetidamente aos comentadores de que Passos Coelho surpreendeu, porque as expectativas eram baixas. Os discursos dele sempre me pareceram bem fundamentados e bem articulados, com calma e com determinação, por isso parece-me que no debate esteve como sempre, calmo e certeiro. Já José Sócrates esteve repetitivo, com uma estratégia errada e sem imaginação. Também não me surpreendeu, apenas achei que a repetição dos mesmos argumentos que lhe temos ouvido e uma estratégia de ataque constante foram muito pouco eficazes. De resto sempre me pareceu que Sócrates apresenta sempre um discurso lógico mas apenas aparentemente correcto, porque parte de premissas falsas ou viciadas para sustentar o raciocínio, chegando invariavelmente a conclusões erradas. Por exemplo, quando acusa o PSD de querer privatizar o SNS, conclui que prejudica o direito à saúde dos portugueses. A conclusão poderia ser justa se o PSD tivesse essa intenção, o que não está provado e sempre negou. Este tipo de raciocínio é uma constante e repetiu-o no debate de ontem.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Desemprego sobe mas pouco e culpa é da crise internacional

O desemprego continua a subir, atingindo já, com 12,4%, um nível superior ao previsto no Memorando (o tal que o Governo não tornou público e de que só se conhece a versão em inglês e uma tradução particular). Afinal a descida do número de inscritos nos Centros de Emprego não significava que o desemprego estivesse a diminuir. Mas o nosso Primeiro não desfalece. Fiel à sua missão de dar ânimo a Portugal ("puxar pelo País", como ele diz) faz notar que a subida real foi apenas de 0,3 pontos percentuais, uma ninharia, pois o número referido é calculado por uma nova metodologia. Congratulemo-nos pois por tão ligeira subida! Mas Sócrates tem de continuar na sua missão de animar os portugueses e afirma que afinal a nossa subida não tem nada de original, pois o desemprego subiu em todos os países da Europa. Além disso é consequência da crise internacional, e portanto as políticas do Governo não tiveram qualquer influência. Animemo-nos pois.