Porque será que a confirmação por parte do INE de que o crescimento do PIB em 2017 foi 2,7%, reconhecimento este que não deu lugar a qualquer surpresa mas sim a inúmeras referências, mereceu uma interrogação por parte de jornalistas ao Presidente da República sobre o que pensava desse facto positivo e notável, mas, por outro lado, a notícia, conhecida no mesmo dia, dada pelo Banco de Portugal, de que a dívida pública voltou a aumentar em Janeiro (mil milhões) não teve grande eco nos meios de comunicação nem suscitou qualquer interrogação a Marcelo Rebelo de Sousa sobre o que poderia pensar deste facto negativo e detestável? Não quero acreditar que foi apenas para provocar mais um elogio do PR ao Governo de António Costa.
PS: A própria dívida pública líquida, que para mim é mais importante do que a bruta, aumentou 300 milhões.
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sexta-feira, 2 de março de 2018
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
Optimismo irritante
A opinião expressa pelo Ministro da Economia de que a revisão em alta do crescimento do PIB que consta da última projecção do Banco de Portugal (da projecção anterior de 1,1% para a actual de 1,2%) é uma "boa notícia" revela que Manuel Caldeira Cabral se deixou contagiar pelo optimismo irritante do Primeiro-Ministro, já que omitiu que no mesmo boletim o BP revê em baixa a projecção para 2017, de 1,5% para 1,4%, abaixo da previsão do Governo.
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Ministro da Economia,
PIB,
projecção do crescimento
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